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                                          xr:d:DAE5Y8pXXjc:665,j:306657177796158113,t:23121520

                                          A presença de mulheres em cargos de liderança tem crescido nas últimas décadas, mas ainda há lacunas significativas na transição para posições de decisão e influência. A experiência de três líderes— Veridiana Sônego (Diretora na RandonCorp.), Letícia Reinheimer (Gerente de Engenharia na Palfinger) e Daiane Catuzzo (Diretora executiva do SIMECS) — trouxe ao PodCast da CIC Jovem o olhar delas sobre os principais temas que moldam a jornada de quem assume e exerce funções de comando.

                                          A seguir, Ana Paula (membro da CIC Jovem e responsável pelo JovemCast), trago alguns dados que convergem as principais pautas que emergiram desse encontro inspirador, seguindo de uma referência ao Livro “Faça Acontecer; Mulheres, trabalho e vontade de liderar” escrito pela Sheryl Sandberg, finalizando com uma análise quantitativa que evidenciam e ligam ambos os pontos.

                                          1. A DESCOBERTA GRADUAL DA LIDERANÇA

                                          De acordo com dados do Instituto Gallup, cerca de 82% dos profissionais afirmam que as competências de liderança—como comunicação e influência—são desenvolvidas ao longo da carreira, e não inatas a quem assume uma posição de comando. Foi justamente nessa jornada de aprendizado que, para Veridiana, Letícia e Daiane, a liderança foi surgindo gradualmente. Elas foram aceitando pequenos desafios e aprimorando habilidades essenciais, mas nenhuma delas começou a carreira com a meta clara de ser líder. Com o tempo, perceberam que essas competências são fruto de prática e estudo contínuo, desmistificando a ideia de que líderes “nascem prontos”.

                                          Para contribuir, trago alguns dados que convergem com a fala das convidadas do PodCast: um estudo de amostragem feito pela Korn Ferry com 21 CEOs, a maioria delas liderando empresas da Fortune 500, confirma que “muitas mulheres têm potencial para se tornarem líderes e CEOs, mas inúmeras vezes não consideram esse papel para si mesmas”.

                                          No livro Faça Acontecer, Sheryl Sandberg reforça que muitas mulheres não planejam ser líderes desde o início, mas vão assumindo desafios conforme surgem. Ela mesma não se via como COO do Facebook, mas aceitou oportunidades, mesmo sem sentir-se totalmente preparada. Sandberg destaca que a liderança se constrói com prática, coragem e pequenos “saltos de confiança”, desconstruindo o mito do “líder nato”. Ela nos lembra que devemos ocupar nosso espaço com confiança: “No futuro, não haverá líderes femininas. Haverá apenas líderes”. Sheryl Sandberg aborda diretamente o fenômeno de muitas mulheres optarem por caminhos profissionais mais “seguros” ou que prometam melhor equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Ela aponta que essa tendência não é apenas fruto de escolha individual, mas de uma combinação de fatores culturais, organizacionais e de autocrítica interna.

                                          Pesquisas confirmam essa realidade: no relatório Women in the Workplace 2023 (McKinsey & Company e Lean In), 59% das mulheres afirmaram não se sentir preparadas para promoções mesmo cumprindo 75% dos requisitos, enquanto 42% dos homens se candidatam com apenas 60%. Esse dado evidencia uma tendência feminina de esperar maior preparo antes de se arriscar, limitando candidaturas e oportunidades de liderança.

                                          2. SÍNDROME DA IMPOSTORA E AUTOSSABOTAGEM

                                          Durante o JovemCast, Veridiana, Letícia e Daiane mostraram que, mesmo ocupando cargos de liderança e tendo trajetórias bem-sucedidas, ainda convivem com a síndrome da impostora e momentos de autossabotagem. Seus relatos reforçaram que sentir inseguranças não diminui sua competência, mas evidencia que esse é um desafio comum, até mesmo entre líderes. Elas demonstraram coragem ao compartilhar essas experiências, contribuindo para normalizar esse sentimento e inspirar outras mulheres a seguirem em frente, mesmo diante das dúvidas.

                                          Sheryl Sandberg afirma, em Faça Acontecer, que a síndrome da impostora, de fato, pode afetar até líderes experientes, fazendo com que muitas mulheres deixem de se candidatar a vagas ou evitem novos desafios por medo de não corresponder às expectativas ou “errar em público” — inseguranças que levam à autossabotagem (“não mereço estar aqui”), adiando promoções, recusando convites para projetos de

                                          visibilidade e assumindo menos responsabilidades, mesmo quando plenamente qualificadas. Para combater esse padrão, ela recomenda reunir evidências objetivas de conquistas (como listas de feedbacks positivos e metas atingidas), buscar mentores que ofereçam feedbacks claros, aceitar desafios mesmo sem se sentir 100% pronta (“sentar-se à mesa”) e criar redes de apoio entre mulheres que atuem como patrocinadoras, celebrando publicamente as realizações umas das outras e reduzindo o efeito “abelharainha”.

                                          As convidadas do JovemCast destacaram que a competitividade entre mulheres pode gerar autossabotagem e criar barreiras ao avanço coletivo e Sheryl Sandberg, em Faça Acontecer, reforça esse ponto ao chamar esse comportamento de “efeito abelha-rainha”: em ambientes competitivos e com oportunidades limitadas, algumas mulheres descredibilizam outras, alimentando rivalidade tóxica e reforçando a ideia de que o sucesso feminino é raro. Sandberg enfatiza que, ao transformar “potenciais rivais” em aliadas, as mulheres não apenas fortalecem suas trajetórias individuais, mas também promovem uma mudança cultural ampla, ampliando a presença feminina em todos os níveis organizacionais.

                                          Pesquisas confirmam a prevalência desses fenômenos: uma meta-análise do Current Research in Behavioral Sciences, com mais de 40 mil participantes, mostrou que mulheres pontuam mais alto em síndrome da impostora que homens, especialmente em setores de alta qualificação. KPMG Women’s Leadership Summit 2020, com 750 mulheres executivas de alto desempenho, 75% relataram já ter experimentado a síndrome da impostora, atribuindo esse sentimento à maior autocrítica em relação aos pares masculinos, e quase metade afirmou que esses sentimentos surgiram por não se sentirem “merecedoras” do próprio sucesso. Uma pesquisa de 2024 da Harvard Business Review indicam também que 41% das mulheres já foram prejudicadas por outras mulheres no trabalho, muitas vezes devido ao “efeito abelha-rainha”, alimentado pela percepção de escassez de oportunidades em ambientes liderados majoritariamente por homens.

                                          3. HABILIDADES EMOCIONAIS ESSENCIAIS

                                          As líderes convidadas do JovemCast ressaltaram que, além da competência técnica, o sucesso na liderança feminina depende do desenvolvimento de habilidades emocionais. Elas destacaram quatro grandes grupos de soft skills que se mostraram determinantes em suas trajetórias:

                                          · Autocontrole e resiliência: todas relataram a importância de “respirar antes de reagir” em situações

                                          de pressão ou imprevistos, pois isso permite manter clareza e objetividade para tomar decisões mais

                                          assertivas. – Sheryl conta que aprendeu a pausar antes de reagir a críticas ou falhas, mudando a

                                          pergunta interna de “quem errou?” para “o que posso aprender?”, alinhando-se ao conceito de

                                          autocontrole e resiliência;

                                          · Empatia e escuta ativa: elas ressaltaram que ouvir atentamente, compreender contextos e alinhar

                                          expectativas são fundamentais para engajar equipes e criar confiança mútua. – Ao falar de empatia

                                          e escuta ativa, Sandberg enfatiza a importância de perguntar “como posso apoiar você a atingir

                                          essa meta?”, em vez de impor ordens;

                                          · Autoconfiança e posicionamento: ficou claro que não é necessário estar “100% pronta” para

                                          assumir desafios; levantar a mão mesmo com parte dos requisitos atendidos foi apontado

                                          como um passo decisivo para crescer. – Para a autoconfiança, Sheryl convida a desconstruir a

                                          exigência de “perfeição prévia” antes de buscar novas oportunidades, ela introduz o princípio de “se

                                          você atende a 70% dos requisitos, levante a mão e tente”, validando a ideia de que não se exige

                                          perfeição. Ao esperar a perfeição, perdemos a chance de desenvolver habilidades imprescindíveis

                                          que só surgem no enfrentamento de responsabilidades reais;

                                          · Visão sistêmica e influência positiva: entender interesses diversos, negociar soluções “ganhaganha” e gerar valor para todos foram mencionados como pilares para fortalecer a colaboração e

                                          o propósito coletivo. – Sandberg reforça que influenciar não é impor, mas sim construir credibilidade

                                          por meio de resultados consistentes e empatia, espelhando a visão sistêmica de gerar valor para a

                                          organização e para as pessoas.

                                          Estudos contemporâneos corroboram a importância dessas soft skills para líderes bem-sucedidas. O Global Leadership Forecast 2023 aponta que 86% das organizações identificam competências como empatia e inteligência emocional como cruciais no desempenho da liderança, e mostram que mulheres tendem a apresentar índices mais altos nessas habilidades do que homens. A pesquisa LinkedIn Global Talent Trends 2024 revela que 92% dos profissionais de recursos humanos consideram as soft skills (em

                                          especial empatia, resiliência e comunicação) tão importantes quanto as hard skills em líderes, sobretudo após os desafios instaurados pela pandemia. Esses dados reforçam estatisticamente o que as convidadas relataram e o que Sandberg defende em Faça Acontecer.

                                          4. PRÁTICAS DE AUTOCUIDADO E LIMITES

                                          Veridiana, Letícia e Daiane, destacaram que saber “desligar” é tão importante quanto saber liderar, compartilhando práticas essenciais para manter o bem-estar e a energia. Entre elas, estão a adoção de rotinas disciplinadas — como agendar horários fixos para atividades físicas, usar dois celulares para separar vida pessoal e profissional e reservar momentos para hobbies —, além da aceitação de que o equilíbrio total é uma ilusão. Para elas, a carreira é como um caleidoscópio, com fases em que se prioriza mais o trabalho e outras em que a vida pessoal assume maior importância, sendo fundamental respeitar os próprios ciclos e limites.

                                          Sheryl Sandberg, em Faça Acontecer, reconhece a importância de estabelecer limites claros entre vida profissional e pessoal, embora (também) não acredite em um “equilíbrio perfeito”. Ela defende a ideia de que mulheres devem se libertar da culpa associada a não “dar conta de tudo” e aceitar que, em diferentes momentos da vida, a prioridade pode mudar — ora o trabalho, ora a família ou o autocuidado. Sandberg também reforça a necessidade de definir rotinas e limites práticos, como desconectar-se fora do expediente e compartilhar responsabilidades domésticas, para evitar a sobrecarga. Para ela, mais importante do que buscar um equilíbrio ideal é construir uma vida que seja sustentável e significativa, conforme as escolhas e circunstâncias individuais.

                                          Estudos recentes, como o da Todas Group e da Nexus, indicam que 71% das mulheres em cargos de liderança sacrificam o autocuidado e a saúde física em prol da carreira. Ao mesmo tempo, cresce a conscientização sobre a importância de estabelecer limites saudáveis e adotar práticas de autocuidado, como forma de preservar o bem-estar e a sustentabilidade na trajetória profissional. Por exemplo, a mesma pesquisa revelou que o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é a prioridade para quase metade (46%) das mulheres entrevistadas, seguido por saúde mental e bem-estar (40%). Isso demonstra uma mudança significativa na valorização do bem-estar e na busca por práticas que promovam uma liderança mais sustentável.

                                          5. MENTORIA, OBSERVAÇÃO E SORORIDADE

                                          Durante o JovemCast, as mulheres ressaltaram que seus crescimentos dependeram de uma rede de aprendizados e apoio mútuo. Elas comentaram a importância de observar modelos e “nãoexemplos” em reuniões e na forma de resolver problemas, para aprimorar continuamente seu estilo de comunicação e postura. Destacaram ainda a necessidade de “vender facilidade em vez de criar obstáculos”, ou seja, reduzir problemas em vez de amplificá-los, e assumir a responsabilidade por resolvê-los em vez de apenas repassá-los. Por fim, enfatizaram a sororidade como estratégia para romper barreiras, apontando que é essencial tanto apoiar outras mulheres quanto envolver homens no debate, para construir um ambiente verdadeiramente inclusivo e colaborativo.

                                          Em Faça Acontecer, notamos que mentoria e apoio são pilares do sucesso feminino na liderança. A autora alerta que muitas mulheres subestimam a força de construir redes de suporte mas frisa lembrarmos que cada conquista individual fortalece o caminho para outras colegas. Sandberg afirma que a solidariedade entre mulheres líderes desafia a mentalidade de escassez, transformando o ambiente corporativo em um espaço de crescimento coletivo. Assim, o livro reforça a necessidade de identificar bons modelos, incentivar a proatividade na resolução de problemas e fomentar alianças estratégicas entre mulheres (e também com homens) para garantir que todos sejam parte da solução.

                                          O relatório Women in the Workplace 2024 (McKinsey & Lean In) mostra que 72% das mulheres em cargos de liderança afirmam que contar com uma mentora ou patrocinadora foi crucial para seu avanço profissional, comprovando o valor da rede de apoio comentada no JovemCast e reforçada por Sandberg. Além disso, 65% relatam que a falta de apoio e colaboração entre pares femininos dificulta seu progresso

                                          na carreira, indicando que a sororidade ainda precisa ser mais bem desenvolvida nas organizações. No mesmo estudo, empresas que promovem ativamente mentoria e inclusão registram 30% mais retenção de talentos femininos em posições de gestão, evidenciando o impacto positivo de uma cultura de suporte mútuo. Na pesquisa da Korn Ferry, 72% das CEOs disseram que o avanço das mulheres depende de ações da empresa mas também da proatividade individual. De acordo com o estudo Women in Technology (Deloitte, 2022) e Fitong Ketchiwou (SA Journal of Human Resource Management, 2020): em média, 60% a 80% do êxito na ascensão de carreira feminina depende de ações estruturadas da empresa (mentoria formal, patrocínio, metas de diversidade e cultura inclusiva), e 20% a 40% depende da proatividade da colaboradora (autodesenvolvimento, networking interno, busca de projetos estratégicos, mentoria ativa…). Em ambos os estudos, percebe-se que, embora a estrutura e os programas da empresa sejam fundamentais, entre um quinto (20%) e dois quintos (40%) do êxito na carreira feminina depende da iniciativa individual.

                                          6. PLANEJAMENTO, AUTOCONHECIMENTO E PERSEVERANÇA

                                          No JovemCast, as gestoras apontam que assumir cargos de gestão exige perseverança para não desistir diante de ambientes muitas vezes hostis, além de um autoconhecimento profundo para mapear pontos fortes e fracos, desenvolvendo habilidades técnicas e emocionais com antecedência de uma oportunidade surgir. Também destacaram a importância do planejamento estratégico de carreira, definindo objetivos claros, competências a desenvolver e contatos-chave para tornar a trajetória mais assertiva. Ressaltaram ainda que é fundamental comunicar suas ambições (“dizer para subir”) em vez de esperar que outros adivinhem, e manter flexibilidade para ajustar metas e caminhos conforme ganham experiência e novas oportunidades aparecem.

                                          Em Faça Acontecer, Sheryl Sandberg reforça cada um desses pontos: ela afirma que “ninguém alcança o topo se não levantar a mão e se manifestar”, validando a necessidade de comunicar ambições. Sandberg incentiva pensar na carreira como uma “escada de possibilidades”, não como uma linha reta, alinhando-se ao planejamento estratégico orientado pelas convidadas. Destaca também a importância de enfrentar o desconforto e continuar avançando mesmo diante de dúvidas ou obstáculos, mostrando que esses desafios fazem parte do crescimento. Sandberg também recomenda que mulheres trabalhem o desenvolvimento antecipado de competências, para estarem prontas quando surgirem novas responsabilidades.

                                          A pesquisa LinkedIn Women at Work 2024 corrobora essas recomendações: 78% das mulheres em cargos de liderança afirmam que o planejamento intencional de carreira foi determinante para suas conquistas, e 64% começaram a desenvolver competências de gestão antes de serem promovidas. Ademais, 59% destacam que comunicar seus objetivos a líderes e mentores facilitou sua ascensão profissional, confirmando a importância de “dizer para subir”. Em contrapartida, apenas 38% sentem que recebem apoio suficiente para planejar a carreira, evidenciando a necessidade de fortalecer redes de desenvolvimento e suporte.

                                          A liderança feminina é mais do que uma conquista pessoal — é um movimento coletivo que está redesenhando o futuro. Cada mulher que ocupa seu espaço inspira outras a fazerem o mesmo, criando um legado de coragem, empatia e transformação. Que este seja um convite para que mais mulheres despertem para seu potencial, abracem seus sonhos e liderem com autenticidade, impactando não só suas vidas, mas também o mundo ao seu redor.

                                          “O QUE VOCÊ FARIA SE NÃO TIVESSE MEDO?” — SHERYL SANDBERG, FAÇA ACONTECER.

                                          Que essa leitura reverbere como um chamado poderoso, despertando em cada mulher a consciência da sua força, a confiança para ocupar seu espaço e a coragem para liderar e transformar. Que sua trajetória inspire não só quem ainda virá, mas também quem caminha ao seu lado agora, ampliando um ciclo vibrante de inspiração, ousadia e conquistas.

                                          Artigo por Ana Paula de Almeida Souza, responsável pela Gestão do Portfólio do Negócio Reposição da Vertical Montadora da Randoncorp, membro da CIC Jovem.

                                          REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

                                          BATEMAN, Nicole; ROSS, Martha. Por que a COVID-19 foi especialmente prejudicial para as mulheres que trabalham? Brookings Institution, 2020.

                                          BARUA, Akrur. A igualdade de gênero, abalada pela COVID-19, ainda tem muito a percorrer. Deloitte Insights, 2022.

                                          BURDEN, Amy; FARRELLY, Victoria; DAUGHERTY, Jennifer; DAI, Guangrong; HAYNES, Amelia. Otimizando a energia pessoal: 5 pilares para sustentar o bem-estar e o desempenho. Korn Ferry, Minneapolis, MN, 2021.

                                          CIC JOVEM. JovemCast: liderança feminina. Caxias do Sul: ControlMais, 2025.

                                          CRANDELL, Stu et al. Liderança empresarial: desenvolvendo nova liderança para um novo mundo. Minneapolis, MN: Korn Ferry, 2021.

                                          DAI, Guangrong; HAYNES, Amelia; RAMOS, Ben; SCACCIA, Annamarya. Agilidade de aprendizagem de dentro para fora: insights baseados em neurociência para desenvolver sua agilidade. Korn Ferry Institute, 2021.

                                          DAI, Guangrong; SCACCIA, Annamarya. Trabalhando com propósito: definindo e esclarecendo seu propósito pessoal. Korn Ferry Institute, 2021.

                                          DELOITTE. Women in Technology Report, 2022.

                                          FITONG KETCHIWOU. Ascensão da carreira feminina: ações estruturadas e proatividade individual. SA Journal of Human Resource Management, 2020.

                                          HARVARD BUSINESS REVIEW. Estudo sobre relações entre mulheres no trabalho e o “efeito abelharainha”. Harvard Business Review, 2024.

                                          KPMG. Women’s Leadership Summit 2020. KPMG, 2020.

                                          LINKEDIN. Global Talent Trends Report, 2024.

                                          LINKEDIN. Women at Work Report, 2024.

                                          MCKINSEY & COMPANY; LEAN IN. Women in the Workplace 2023. McKinsey & Company, 2023. MCKINSEY & COMPANY; LEAN IN. Women in the Workplace 2024. McKinsey & Company, 2024.

                                          SANDBERG, Sheryl. Faça acontecer: mulheres, trabalho e vontade de liderar. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2014.

                                          TODAS GROUP; NEXUS. Pesquisa sobre autocuidado e limites para mulheres líderes, 2023.

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